Compositor: Não Disponível
Crânio rasgado que se contorce
Ei, venha até aqui, para onde soa a mão
Prendendo a respiração, rastejando na lama
O que resta é um grande suspiro de saudade
A tensão da noite se torna um caos, ei, ei!
A maldade se tinge pouco a pouco
Despojando gradualmente o significado, fascinante
Oh, que tranquilidade!
Me olham de forma tão leve que dizem que quero morrer
Ah
Se vai me odiar, faça suavemente, como acariciando
Um pouco de sinceridade se enreda
Sou tão desafortunado
O que vou fazer? (T, T)
Com o passar do tempo
Já não consigo olhar para frente
Sem conseguir parar, sem conseguir me misturar, sem conseguir amar ninguém
Vivendo em segredo, um canto de vida
Coberto de mentiras
A essência da flor
Sem vontade de me rebelar
Até onde vai tudo o que você é?
A partir de agora, a realidade da acumulação
Quanto mais firme, mais desagradável é a ilusão
A forma da minha boca já não é mais que um céu
É sarcasmo
Quando esqueci, a lógica me dá vontade de vomitar
Uive, liberdade!
Arrependimento, arrependimento, arrependimento
Sou tão desafortunado
O que vou fazer? (T, T)
Com o passar do tempo
Já não consigo olhar para frente
Sem conseguir parar, sem conseguir me misturar, sem conseguir amar ninguém
Vivendo em segredo, um canto de vida
Se você está aqui, escute
Inseto da morte
Não é culpa de vocês
Com certeza fui eu quem plantou essa semente